Cases – Vídeos testemunhais/Samba Internet

•15/10/2009 • Deixe um comentário

Desde o dia 1. de setembro estou trabalhando numa empresa de websystem chamada Samba Internet.

Além de atualizar os sites Samba Lab e Samba Biz, minha função principal tem sido a produção de vídeos testemunhais dos clientes do Samba.

Cynthia Tiemi e eu vamos até as empresas conversar com os clientes e saber como estão utilizando a web 2.0 e os serviços do Samba.

Reportagem – Figurinistas/Edição Extra

•18/08/2009 • 1 Comentário

Toda garota que se preze tem um certo interesse por moda. Não que todas boas meninas tenham que manjar tudo de moda. É tipo os garotos com o futebol… Conheço poucos caras que não sabem o que é um impedimento ou que não fazem idéia de que o Palmeiras está na ponta da tabela do Brasileirão. Do mesmo modo, todas as garotas têm um certo prazer em escolher roupas para uma festa ou comprar um sapato novo.

Eu não sou diferente. Apesar de saber mais sobre futebol do que sobre moda, sei admirar um belo modelito. E quando era pequena adorava escolher as roupas das minhas Barbies. Com os meus quatro irmãos mais novos também desenvolvi certo talento como figurinista. Aliás, ajudá-los a escolher roupa ainda é uma ação corriqueira e prazerosa.

Nessa reportagem não consegui mostrar tudo o que queria sobre a montagem de um figurino. Bateram o telefone na minha cara e me deram chá de sumiço. Mesmo assim a reportagem saiu. E ficou claro pra mim que figurinista está entre as minhas 7 profissões mais desejadas.

Reportagem – Clown/Edição Extra

•12/08/2009 • Deixe um comentário

Poucas pessoas sabem que há uma sutil diferença entre o palhaço e o clown. O clown não é simplesmente um palhaço de rua, é uma criatura que é muito mais o seu próprio criador do que uma personagem.

Durante essa reportagem fiquei muito encantada com o processo por qual se passa para criar o clown. Cheguei a perguntar para a Lígia se as pessoas utilizavam o curso de clown para se encontrar ou se conhecer melhor, e ela disse que era errado usar a construção do clown como terapia, mas que era um processo corriqueiro. A Lígia disse que tinha alunos que não usam o clown como profissão ou com o personagem em si, mas para desenvolver outras técnicas na profissão ou na vida profissional. Aí ela citou exemplos de médicos, engenheiros, professores…

O menininho que aparece na reportagem (cujo nome não lembro) tem um começo interessante nesse mundo do clown. O avô dele me contou que, quando o garoto nasceu, quase não havia esperanças de que sobrevivesse. O clown foi um modo que a avó escolheu para ajudar o garoto a desenvolver a fala e o relacionamento com as pessoas. Diz ela que fez toda a diferença.

Perfil: Eliane Brum/Edição Extra

•07/08/2009 • Deixe um comentário

Muitas pessoas reclamam da frieza do jornalismo atual, dizem que o jornalismo de hoje é distante, pouco humano… Porém, nem todo o jornalismo é técnico. Há uma arte, uma beleza. Eliane Brum é a nossa Gay Talese. Vencedora de diversos prêmios, como Esso, Jabuti e Vladimir Herzog, Eliane sabe fazer um jornalismo sensível, de encher os olhos de água.

Quando fui fazer essa entrevista, juro que, nos momentos em que ela começava a ler o livro, eu simplesmente viajava. Muito melhor do que alguns livros literários que já li. E quem pode dizer que o que ela faz não é jornalismo?

Eis a entrevista que Eliane Brum deu ao Edição Extra. E meus parabéns pelo trabalho dela!

“E se este mundo for o inferno de outro planeta?” Huxley

•28/07/2009 • 1 Comentário

Hoje foi daqueles dias em que eu fui do céu ao inferno, em questão de minutos.

Sinto falta da minha casa. De quem eu amo, de quem me ama. Sem mais ou menos ou talvez, sem medir esforços ou injustiças. Sinto falta de onde nasci e fui criada; meu ninho e meu porto de segurança.

Mas a gente cresce (ou é obrigado a se encaixar no corpo e na mente que te dão). É, então, como se houvesse um espaço enorme entre a carcaça e o conteúdo. E é esse vazio que dói. É ele que, às vezes, dá impressão de que tudo vai desabar.

Eu deveria ter crescido direito (nem esticar direito, estiquei). A verdade é que falta ainda um pedaço de mim. Se ele estiver por vir, tudo bem, eu espero. Mas tenho medo mesmo é de que tenha perdido ele por aí.

Desde que vi esse clipe no Anima Mundi 2009, estou meio que viciada. O cantor é israelense, e eu queria o CD.

Reportagem – Jingles/Edição Extra

•27/07/2009 • Deixe um comentário

Finalmente aprendi a colocar os meus vídeos no youtube. Vou começar a colocar as minhas reportagens para o Edição Extra lá e vou postando por aqui:

O mais legal de produzir essa reportagem foi conhecer as mentes criativas por trás de jingles famosos. O Campa, por exemplo, é responsável pelo “Pipoca com Guaraná”, pela saga dos Mamíferos da Parmalat, entre outros. O Mário Lúcio de Freitas fez várias aberturas de programas, como a do Chaves. Eu tinha uma entrevista marcada com o Zé Rodrix para essa reportagem. Infelizmente, não tivemos tempo… ele faleceu alguns dias antes da entrevista. Fica aí a nossa homenagem.

Para ser celebridade no mundo virtual

•23/07/2009 • Deixe um comentário

Quando se é criança, tornar-se uma celebridade faz parte do objetivo de vida de quase todos os terráqueos. Os garotos querem ser jogador de futebol com fama internacional e as garotas querem se tornar modelo, atriz, cantora ou apresentadora de TV que roda o mundo com seu talento. Com o passar do tempo, a gente descobre que a vida não é tão fácil assim, nem todos nós podemos ser celebridades porque apenas uns poucos nascem com a estrela na testa. Mas isso foi antes da chegada do universo virtual.

Já faz algumas décadas que os meios de comunicação de massa criam personagens que alimentam o conteúdo de jornais, revistas, programas de TV, de rádio e internet. A indústria de cinema de Hollywood fez surgir estrelas como Greta Garbo, Ingrid Bergman, Audrey Repburn e Marilyn Monroe, que transcenderam seus filmes e ganharam um status glamoroso junto à sociedade. A partir daí, constelações brilharam e se apagaram na velocidade em que as informações se renovam.

Hoje, o ambiente digital e todas as implicações do ciberespaço alteram também a maneira como essas celebridades surgem e desaparecem para a mídia. Se você quer ser famoso no século XXI, não precisa mais de uma super-produtora ou de um agente de sucesso. Você precisa simplesmente de uma câmera, uma conexão de rede e um pouco de imaginação.

Em alguns casos, tudo acontece por um deslize ou uma gafe captada por um cinegrafista amador. Daí é só alguém querer te sacanear e colocar na web, e pronto. Você pode se tornar o que chamam de subcelebridade. Nomes como Guilherme Zaiden, Stefhany, Dona Sônia e Ruth Lemos nasceram assim. Eles são parte da nova geração de celebridades que nasce com o desenvolvimento da internet. Um internauta bem antenado certamente já ouviu falar desses e de outros diversos personagens que se tornaram hits em sites de vídeo como Youtube.

Atualmente, os que fazem fama na internet dependem de uma comunicação viral que vai de blog a blog, de site a site, de internauta a internauta. Exemplo dessa realidade são as chamadas INRIzetes que se tornaram ilustres no universo virtual, a partir de um vídeo em que aparecem celebrando os ensinamentos de INRI Cristo ao ritmo da canção “Umbrella”, da cantora norte-america Rihanna.

Ser seguidora do INRI Cristo, por si só, já é um fato que atrai a curiosidade e atenção de muitos. Agora, duas garotas, chamadas de Asusana e Alíbera, numa vestimenta azul estranhíssima, cantando uma versão mística de “Umbrella”, com rimas esdrúxulas, numa apologia a um ser que garante ser a reencarnação de Cristo, é um prato cheio para a indústria da informação de entretenimento.

Afinal, se o Chacrinha tinha as Chacretes, Sérgio Mallandro, as Malandrinhas e Xuxa, as Paquitas, INRI Cristo tem todo o direito de ter suas INRIzetes, com letras e coreografias próprias. A canção intitulada “Sentido à vida” tornou-se um fenômeno amplamente postado e comentado na blogosfera. E não poderia ser diferente. O ciberespaço, como um universo a parte, tem cultura, regras, modelos de narrativa, modos de interação e celebridades próprias.

Portanto, se você é um fulano qualquer sem talento nenhum e com aspirações a se tornar celebridade, não desanime! Os famosos do espaço virtual não são construídos a partir de um talento pessoal, mas sim, por conta de sua capacidade de despertar uma emoção no internauta, seja ela de deboche, indignação, sarcasmo ou, simplesmente, curiosidade.

Até mesmo, a mídia tradicional, taxada de tio velho pela nova mídia, está bolando estratégias para conseguir manter sua hegemonia. Estar a par do que acontece na blogosfera já se faz mais do que necessário para acompanhar a nova geração online.

De qualquer forma, os 15 minutos de fama, profetizados por Andy Warhol, devem se encurtar para, no máximo, 10 – que é o tempo de vídeo que o Youtube comporta. A parte boa é que qualquer um pode ser a nova celebridade da web. Você, sua mãe, seu avô, seu irmãozinho mais novo, ou até mesmo seu cachorro.

Texto para a matéria de Jornalismo Opinativo da Faculdade Cásper Líbero - 2° bim/2009

Hello world!

•15/05/2009 • 1 Comentário

De volta à blogosfera.

Senti sua falta.